23 de jan de 2011

DEPRESSÃO

Meus olhos ardem a poeira que se acumulou durante o dia repousa suavemente em minhas pálpebras,meus joelhos doem,onde está você Deus que não ouve meus lamentos.A vidraça suja do meu quarto impede que eu veja as desesperança e a solidão nos rostos das pessoas,nos corpos sujos aparentemente limpos se esconde um passado que ninguém admite ter.Tudo são palavras ensaiadas,a natureza humana é fétida,quando se fere ao outro é como se passasse um lâmina nos punhos,o sangue que escorre e encharca o tapete alimenta o verme que se esconde na madeira podre do assoalho.Vasculho minha velha caixa de sapato,tenho medo de procura-la debaixo da cama,aquele mostro que me aterrorizava quando criança ainda deve está por lá,querendo sugar minhas forças.O medo do meu medo se esconde entre meus cobertores insuportavelmente com  cheiro de mofo,minha pele se esconde do sol,sou um zumbi que vaga sem rumo nesta terra perdida chamada 'EU"

3 comentários:

A menina dona do diário disse...

Tudo que tenho a dizer... é que mesmo que esteja no orifício mais fundo, sairá de lá... basta não desistir... pois tudo passa. :) um grande abraço meu amigo

vanêssa alanna. disse...

Oii amr, sempre aqui acompanhando o seu blog \o/
tem um selo lá pra você, dá uma olhadinha pra vê se ta nas duas listas okay? beijos! :*

ONG ALERTA disse...

O medo aprender a deixar de ter medo...
Beijo Lisette.

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