Uma casa é feita de tijolo e pedra. Um lar é feito apenas de amor.
“Você lê e sofre. Você lê e ri. Você lê e engasga. Você lê e tem arrepios. Você lê, e a sua vida vai se misturando no que está sendo lido.”
Em cada parte deste mundo,em tudo que meus olhos alcançam,é só você que existe..Teu rosto,teu corpo.Teu desenho é linha invisível que traço em minha imaginação e assim posso trazer você para perto de mim.. Nada mudou,todos os meus sentimentos guardei pra você..O trem vai partir,uma viajem para dentro de mim mesmo vai começar..Em cada estação um pouco de você ali está,em meu coração te vejo correr,em minhas artérias teu respirar se mistura ao oxigênio que me faz viver..Como te amo,como te quero bem,como você me faz tão bem.. Pequenas estrelas,que desenho com giz..Tua essência que mal cabe em mim..Espero você passar,quem sabe um dia meu sonho de te ter se faça areia e o vento faça montanhas..As quais eu possa olhar para o horizonte e contemplar o infinito. Se minha vida se resumiu a um instante,não foi aquele que comecei a viver,foi o instante que te conheci..
O meu coração descobriu o que a ciência há tempos tenta demonstrar,que tudo é relativo.Se por pouco tempo tive você,tenho agora nesta eternidade sua ausência,sua distância...Meu relógio agora anda pra trás,tentando recuperar o tempo e dizer tudo que deixei preso na boca..Sem você meu universo é estranho,sou um extraterrestre buscando vida dentro de mim mesmo..Dentro dos meus passos,milhas e milhas de um tempo parado,em que ficou foi apenas meu silêncio.. O que restou dentro de mim é uma cidade vazia do interior,onde somente a lua mostra a janela.. Arranquei tudo que havia dentro de mim,para que ao menos eu viva ou melhor sobreviva..Uma colcha de retalhos aquece meus pés,dezenas de cores que unem como duas mãos de um amor que nunca aconteceu,que nunca viveu,que apenas sonhei..Que um dia fui feliz,quando meus olhos feito uma criança,abriu minhas pálpebras e sua luz invadiu toda minha casa e minha mente..
Me afasto lentamente dos sentimentos que ficaram longe no passado. Fechando bem os meus olhos, os gritos em branco pararam. E quando a lua se pôs, Com certeza este é o momento Que eu esperava. Não tenho mais lágrimas a derramar E quando o momento chegar, nos abraçaremos. Não fale... Não ouça... Não veja.... Tudo é apenas uma ilusão, acontecendo em outro tempo, se tornando como uma criança perdida, com um desejo imperdoável. Apenas sua voz.. Apenas seu toque...Apenas sua presença, Sentimentos proibidos pegos pelo destruidor vento da noite. A aparência deste lugar não é o que eu esperava, Mas mesmo assim, esta é a casa em que meu corpo descansa. É uma doce realidade... Ao nascer o sol, A coincidência da vida apareceu silenciosamente, porém necessária, agora se desdobra diante de mim um sentimento que falha em se mostrar. Sem lágrimas, sem brechas, incompreensível, foi o nosso fim. Não importa aonde formos, você é quem eu traí, enquanto tentava te proteger. Só no presente.. Só no passado e só no futuro, irei me redimir! Agora é melhor eu me recolher e desaparecer, se isso for pra te proteger. Não fale... Não ouça... Não veja.... Tudo é apenas uma ilusão, acontecendo em outro tempo, se tornando como uma criança perdida, em um desejo imperdoável. Apenas sua voz.. Apenas seu toque...Apenas sua presença, Sentimentos proibidos pegos pelo destruidor vento da noite. Será melhor eu me recolher e desaparecer E então eu serei sua luz esquecida que não desaparecerá tão facilmente.
Seu coração é uma casa na cidade,rodeada de luzes e carros que passam na rua.Sua casa tem jardim,uma janela voltada para a montanha..A cidade que seu coração mora,tem um céu com estrelas,um noite em que o azul é como cetim..Todos sabem o caminho que leva até sua casa..Mas bem distante está minha pequena casa,onde o céu é vazio,a unica rua enfeitada de poeira,não leva a lugar nenhum..Todos sabem como em sua casa chegar.Minha pequena casa é solidão no nada,nem chuva vem me visitar..Por diversas vezes tentei te Encontrar.Mas não sei o caminho,sempre me perco no espaço.
De longe vejo as luzes da grande cidade.O brilho é aumentado por minhas lágrimas..
Quem sabe um dia,contigo não posso morar,levarei da minha velha casa apenas um caderno cheio de poesias..Quem sabe um dia não posso morar com você.Mas nunca esquecerei da minha velha casa,foi lá que cresci,toda minha estória esta desenhada na parede.Toda minha dor está nos azulejos do banheiro.que o sabão em pó tentou limpar.Vou deixar na porta um aviso:Esta casa está vazia no momento,mas cheia de lembranças,abra as cortinas tire a poeira dos moveis,sente-se e me conte sua vida..
Não sei que sou,acima das esferas da Terra o céu esta cinza.Nesta noite fria,sinto frio,minhas asas agora são de plástico.Perdi minha condição de anjo,sou um menino órfão com fome..Já não tenho coração,não tenho uma oração..Tento costurar minhas asas caída,a agulha fere minha pele,a linha que rasga minha alma..Não tenho nada,minha cor é refletida nos vitrais da catedral,o sinos que dobram,anunciam minha morte..O amor cortou meus pulsos,um pedaço de vidro cai no chão..Um pedaço de papel é trazido pela chuva,na sarjeta uma poesia,fala de um amor impossível,de duas almas enamoradas,escrito com caneta ,manchas vermelhas e azuis.. Fala de uma partida e nunca de uma chegada..Um papel que se desmancha no vento,é levado para perto da chuva e para perto de Deus!!
“Vou explicar de novo, talvez não me tenha feito entender.
Quero você pra mim, mas isso não lhe dá o direito de agir como quiser. Lembre-se: sentimentos pedem correspondência, e se não nutridos, na melhor das hipóteses, morrem. Não se engane: quando ligo e você não atende, quando falo e você não ouve, quando olho e seu olhar desvia, algo acontece: não há pedido de desculpas, ainda mais quando repetido à exaustão, capaz de curar todas as feridas; se quer curar todas, aja como quem quer curar todas.
Talvez eu veja agora o que já deveria ver desde o início: que nenhum amor deve ser maior que aquele por si mesmo, e que nisto nada há de narcisismo; apenas a constatação de que, em todas as instâncias, é apenas conosco que podemos ter a certeza de sempre estar, a todo dia, em todas as horas, e que da nossa companhia é impossível fugir; assim, da mesma forma, é impossível fugir das cobranças que nos fazemos. Talvez agora eu veja que o egoísmo não é somente introspecctivo, mas também se mostra quando o outro parece-nos mais importante do que aquilo que nos compõe. Talvez eu tenha visto que as noites de choro, o entorpecimento do vinho e os ouvidos amigos não são opção de destino para aquilo que pretendia lhe oferecer.
Talvez eu tenha visto que a quero pra mim, mas não a qualquer preço.
Coloco-me onde devia estar: como quem a vê, como quem a quer, mas como alguém que responde àquilo que recebe.
Minha espera, agora, é em movimento.”